sábado, 25 de abril de 2009

Aguaceiros

Passamos todo o sábado na praia. O calor não era muito, os cerca de 30 graus que se fizeram sentir durante todo o dia mantiveram-se pela tarde. Nem os dois fortes aguaceiros que caíram durante o dia, parecendo que o mundo ia desabar, nos conseguiram estragar o dia. Depois o céu ficava limpo como se nada fosse com ele. Refugiávamo-nos nos 15 minutos em que parecia que o céu se desfazia sobre nós e retornávamos à praia logo de seguida. Os surfistas nem saiam da água. Robinho e Drica me iriam apresentar hoje Ari. Eu estava expectante e excitada até porque Ari tem uma irmã chamada Iara que eu já tinha fisgado na praia. Na minha cabeça passava um turbilhão. Pior que era mesmo um tornado. Ari ou Iara? Robinho ou Drica? Andamos a pé cerca de 20 minutos. O “arraial” se preparava no outro lado da ilha. A música já tocava no palco mas a partir de um leitor de CD. Eram os preparativos para o show. A banda que actuaria (acreditam que não lembro nem do nome?) passou a noite tocando e cantando forró. Quanto mais dançávamos maior era o calor. Ari é lindo de morrer. Me pegou a mão e a acariciou. Achei romântico. Esperava algo mais viril. Dançamos colados. Sentia o pénis de Ari duro e grande e grosso encostado ao meu short. Sim era viril. Sorri-lhe. Ele deu uma gargalhada e me puxou. Eu nada conhecia da ilha. Um recanto longe dos olhares. Disse-me que só ele e Iara conheciam aquele lugar pois era onde brincavam em pequenos. Não haveria perigo de sermos descobertos. Baixei-lhe a calça, mas Ari não usava cueca. Ajoelhei-me e comecei bolinando a cabeça de seu pénis com a minha língua. Escutei uns passos, mas não liguei. Afinal ninguém conhecia aquele recanto e Iara não viria se intrometer nos negócios do mano. Já em minha garganta se sentia todo o poder de Ari quando, como se fosse uma brisa, senti algo entre as minhas pernas. Ari tinha me retirado o short e me acariciado. Mas agora com uma mão em minha nuca, empurrando-me a cabeça de encontro ao seu mastro que eu sugava quase como uma desesperada e outra em meus seios, algo me acariciava o clítoris e não era a mão de Ari. Olhei para cima, para o rosto de Ari e entendi-lhe o murmurar. Iara. E neste duplo prazer, recebendo na minha boca os fluidos de Ari, derramei quanto mel produzi na boca ávida de desejo de Iara. De novo em dois aguaceiros poderosos, o céu parecia que desabava de novo.

5 comentários:

  1. Eu estava, na verdade, imaginando a ginástica que era ele fazer duas coisas impossíveis ao mesmo tempo. Mas tudo explicou-se... :))

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  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    o post está bem escrito, mas o comentário da Senhora foi o melhor de tudo ...

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  3. Monday, você um pestinha. Já disse isso alguma vez a você? :))

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  4. Aqui está a cair um aguaceiro...um enormeeeeeeeeeeeeeeeeeeee aguaceiro...

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